A Câmara de Taubaté realizou na quinta-feira, 17, solenidade em homenagem à colônia de imigrantes italianos do município. No evento foi entregue pergaminho de honra ao mérito a José Indiani, símbolo da imigração italiana no município.
Os Indiani construíram no início do século 20 o sobrado da família, cuja arquitetura tem influências da região do norte da Itália. O prédio sofreu reforma em 1940 e, atualmente, abriga o Museu da Imigração Italiana.
A solenidade foi criada pela Resolução n.º 35/1987, de autoria do então vereador Brasil Natalino, e alterada em 2010 por sugestão do vereador Mário Ortiz (DEM). Ele citou que a comemoração foi criada para homenagear as colônias e há muito tempo não tem sido realizada, uma vez que perdeu seu objeto principal, pois se concluiu que, homenageando uma vez a colônia, ela estaria homenageada para sempre.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Título de Cidadania - José Luiz da Silva
A Câmara Municipal entregou na quinta-feira, 27 de maio, o título de cidadão taubateano ao radialista José Luiz da Silva, por iniciativa do ver. Mário Ortiz(DEM).
José Luiz nasceu em Queluz em 1934, mas mudou-se para Taubaté para residir com uma família. Estudou na escola Amador Bueno da Veiga e aos 12 anos começou a trabalhar como auxiliar de carpinteiro, depois no comércio e tecelão na Juta, foi promovido para o escritório, trabalhando na sala ao lado do proprietário, Arthur Audrá.
Participou da diretoria do Sindicato dos Têxteis e passou a lutar por melhorias para a classe. Em 1957, ainda trabalhando na Juta, arrumou um emprego na rádio Cacique. Popular e alçando um vôo maior, foi contratado pela rádio Difusora, onde ficou por quase 30 anos como locutor e gerente de emissoras da rede em Taubaté, Pindamonhangaba e São José dos Campos.
Em 1975 recebeu o troféu “Manoel da Nóbrega, o “comunicador do ano”. Casou com Therezinha Gouvêa, teve as filhas Ana Maura e Ana Fernanda.
Mais informações: www.camarataubate.sp.gov.br
José Luiz nasceu em Queluz em 1934, mas mudou-se para Taubaté para residir com uma família. Estudou na escola Amador Bueno da Veiga e aos 12 anos começou a trabalhar como auxiliar de carpinteiro, depois no comércio e tecelão na Juta, foi promovido para o escritório, trabalhando na sala ao lado do proprietário, Arthur Audrá.
Participou da diretoria do Sindicato dos Têxteis e passou a lutar por melhorias para a classe. Em 1957, ainda trabalhando na Juta, arrumou um emprego na rádio Cacique. Popular e alçando um vôo maior, foi contratado pela rádio Difusora, onde ficou por quase 30 anos como locutor e gerente de emissoras da rede em Taubaté, Pindamonhangaba e São José dos Campos.
Em 1975 recebeu o troféu “Manoel da Nóbrega, o “comunicador do ano”. Casou com Therezinha Gouvêa, teve as filhas Ana Maura e Ana Fernanda.
Mais informações: www.camarataubate.sp.gov.br
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Documentário Vila Aparecida - parte 3
A história da Obra Social da Vila Aparecida (OSVA) completou 40 anos, marcados com homenagens pela Câmara Municipal de Taubaté, em solenidade realizada dia 6 de maio.
O orador da solenidade, vereador Orestes Vanone (PSDB), destacou a relevância social da entidade que, segundo ele, deve servir de exemplo para despertar outras iniciativas. “Gostaríamos que Taubaté tivesse muito mais obras sociais dessa envergadura.”
Vanone lembrou a data da fundação da instituição, em 8 de maio de 1970, ressaltando o trabalho e empenho do fundador padre Euzébio Oscar Scheid, hoje arcebispo emérito do Rio. “É uma história de lutas e conquistas com a finalidade de promover ações sociais, para que vigore a justiça social, a fraternidade humana e a caridade cristã.”
O vereador interrompeu seu discurso para exibição de um vídeo produzido pelo Memorial da Câmara, contando a história e apresentando personagens da Vila Aparecida. “Pela força do trabalho, pela fé, oração e generosidade, depositamos esperança nas futuras gerações”, afirmou o orador.
O orador da solenidade, vereador Orestes Vanone (PSDB), destacou a relevância social da entidade que, segundo ele, deve servir de exemplo para despertar outras iniciativas. “Gostaríamos que Taubaté tivesse muito mais obras sociais dessa envergadura.”
Vanone lembrou a data da fundação da instituição, em 8 de maio de 1970, ressaltando o trabalho e empenho do fundador padre Euzébio Oscar Scheid, hoje arcebispo emérito do Rio. “É uma história de lutas e conquistas com a finalidade de promover ações sociais, para que vigore a justiça social, a fraternidade humana e a caridade cristã.”
O vereador interrompeu seu discurso para exibição de um vídeo produzido pelo Memorial da Câmara, contando a história e apresentando personagens da Vila Aparecida. “Pela força do trabalho, pela fé, oração e generosidade, depositamos esperança nas futuras gerações”, afirmou o orador.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Título de Cidadania Luiz Carlos Berbare de Souza
O pindamonhangabense Luiz Carlos Berbare de Souza tornou-se oficialmente cidadão taubateano em solenidade realizada quinta-feira, 13 de maio, na Câmara Municipal. O título de cidadania foi uma homenagem do vereador Carlos Peixoto (PMDB) ao ex-diretor da Casa de Custódia e Tratamento de Taubaté que, embora nascido em outra cidade, foi criado em Taubaté desde os dois anos de idade.
Carlos Peixoto lembrou o início da história de Luiz Carlos em Taubaté, para onde se mudou em 1936 com os pais José Ezequiel de Souza (cujo nome foi dado à escola municipal) e Nazira Berbare de Souza, e foi morar nas proximidades da antiga Praça do Chafariz, mais tarde denominada Praça Rui Barbosa, onde, até hoje, mantém um querido círculo de amizade.
O vereador falou sobre a ascensão profissional do homenageado no campo da administração penitenciária. “Aprovado e classificado em concurso público, iniciou atividades na Casa de Custódia e Tratamento, primeiramente em funções subalternas na área de segurança prisional, instituição na qual desempenhou todas as funções, chegando ao exercício da direção geral do estabelecimento,” e acrescentou a participação de Luiz Carlos na reconstrução da instituição em 1961.
Da trajetória do profissional, pontuou também a atuação na instalação da penitenciária de Avaré, da penitenciária Dr. Tarcízio Leonce Pinheiro Cintra e na reorganização do Instituto de Reeducação, ambos de Tremembé, na organização do presídio de São Vicente, e na instalação do Complexo Penitenciário do Vale do Paraíba.
Carlos Peixoto citou também os trabalhos desenvolvidos pelo homenageado em instituições de atendimento a menores carentes e como professor universitário da Faculdade de Engenharia Química de Lorena.
“A extensa e variada indicação de algumas atividades culturais e profissionais são, na realidade, fruto da longa carreira de quase quatro décadas de estudos, dedicação no cumprimento do dever e das obrigações assumidas no campo da defesa dos limites estabelecidos para o harmonioso convívio social”, refletiu o vereador.
“Mas o fato que mudaria sua vida foi conhecer José Geraldo Faria sobrinho, pois foi por meio dele que nosso homenageado conheceu sua grande paixão, a irmã de seu colega, Maria Zélia Faria de Souza, que viria a ser sua esposa e mãe de seus filhos. Casaram-se em 1958 e do fruto dessa união nasceram Maria Letícia, José Ezequiel e Antonio Luiz”, destacou Carlos Peixoto.
Mais informações: www.camarataubate.sp.gov.br
Carlos Peixoto lembrou o início da história de Luiz Carlos em Taubaté, para onde se mudou em 1936 com os pais José Ezequiel de Souza (cujo nome foi dado à escola municipal) e Nazira Berbare de Souza, e foi morar nas proximidades da antiga Praça do Chafariz, mais tarde denominada Praça Rui Barbosa, onde, até hoje, mantém um querido círculo de amizade.
O vereador falou sobre a ascensão profissional do homenageado no campo da administração penitenciária. “Aprovado e classificado em concurso público, iniciou atividades na Casa de Custódia e Tratamento, primeiramente em funções subalternas na área de segurança prisional, instituição na qual desempenhou todas as funções, chegando ao exercício da direção geral do estabelecimento,” e acrescentou a participação de Luiz Carlos na reconstrução da instituição em 1961.
Da trajetória do profissional, pontuou também a atuação na instalação da penitenciária de Avaré, da penitenciária Dr. Tarcízio Leonce Pinheiro Cintra e na reorganização do Instituto de Reeducação, ambos de Tremembé, na organização do presídio de São Vicente, e na instalação do Complexo Penitenciário do Vale do Paraíba.
Carlos Peixoto citou também os trabalhos desenvolvidos pelo homenageado em instituições de atendimento a menores carentes e como professor universitário da Faculdade de Engenharia Química de Lorena.
“A extensa e variada indicação de algumas atividades culturais e profissionais são, na realidade, fruto da longa carreira de quase quatro décadas de estudos, dedicação no cumprimento do dever e das obrigações assumidas no campo da defesa dos limites estabelecidos para o harmonioso convívio social”, refletiu o vereador.
“Mas o fato que mudaria sua vida foi conhecer José Geraldo Faria sobrinho, pois foi por meio dele que nosso homenageado conheceu sua grande paixão, a irmã de seu colega, Maria Zélia Faria de Souza, que viria a ser sua esposa e mãe de seus filhos. Casaram-se em 1958 e do fruto dessa união nasceram Maria Letícia, José Ezequiel e Antonio Luiz”, destacou Carlos Peixoto.
Mais informações: www.camarataubate.sp.gov.br
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